Por onde Andei
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
SURF EM TABATINGA
Eaewww galera... esse realmente é o pico eu considero o melhor aqui das praias do litoral sul quando ta no swell rola ate tubo de boa, ondas simplesmente perfeitas com grande volume só chamando para dropar nela kkkkkkk as melhores ondas que já peguei foi aqui nesse pico no jamaica e lá da um pessoal massa galera da paz diferente de umas praias onde tem alguns que peçam que são donos da praia e trata mau quem chega la pra surfar, lá em taba já tive o prazer de surfar varias vezes com a presença de grupos de golfinhos nadando ao nosso lado sem demonstrar medo algum de nós como se fossem um surfista tbm xD... olhem só que onda perfeita essa que rolou por la lisinha lisinha com um tubo de quebra pena que não tinha ninguém lá.. ALOHA
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Genipabu
Com certeza uma das praias mais linda de nosso nordeste, destaca-se por suas lagoas de agua doce entre suas imensas dunas que por varias vezes já serviu de palco para gravações tanto de filmes como novelas.

Tabatinga


Maracajaú

Praia de Ponta Negra

Tenho o privilegio de morar praticamente ao lado de um paraíso como esse que vocês podem ver na foto a cima.. uma das praias mais famosas do nordeste brasileiro conhecida como Ponta Negra, escolhida entre muitos turistas como lugar para passar as férias e aproveitar com o lazer e comodidade que a região oferece.
Sol, sol, sol
Eu desembarquei no aeroporto de Parnamirim às 20h38. Parecia madrugada, tamanho o negrume. Na manhã seguinte, muito antes de o despertador tocar, às 6h30, para meu primeiro passeio, a luz natural banhava o quarto.
Em Natal, o sol nasce antes das 5 horas. Por isso, se você precisa de um relógio, um alarme, uma britadeira para acordar, mude-se para o Rio Grande do Norte. O melhor é que o sol faz você sair para aproveitar ao máximo o dia. O lema latino carpe diem não foi criado lá, mas deveria. “A latitude próxima do Equador faz o lugar ter grande insolação”, diz a meteorologista Josélia Pegorim, da Climatempo. A latitude baixa também é responsável pela mesma duração do dia e da noite. Costuma-se dizer que Natal tem 233 dias de sol, mais até que os 224 de Fortaleza, capital de um estado que faz do sol uma ferramenta de marketing. Nesta minha terceira vez na cidade, consegui contrariar a estatística: peguei chuva. Mas ela durava 15 minutos, e o sol voltava a explodir.
Camarão com paçoca
A culinária potiguar tem toda aquela variedade da cozinha nordestina (não tem acarajé, mas a Bahia é um caso à parte) e é muito saborosa no litoral, especialmente para quem adora camarão, que dá em baldes ali. Não à toa, um dos restaurantes mais tradicionais da capital chama-se, olha só, Camarões (Avenida Engenheiro Roberto Freire, 2610, 84/3209- 2424, camaroes.com.br; Cc: A, D, H, M, V). Com vista para o mar de Ponta Negra, o salão tem 250 lugares e serve, em média, 700 pratos na alta temporada. Tem até salada, mas o que importa é o dito cujo. São 30 receitas no menu. Tem camarão de tudo que é jeito: com azeite de dendê, com leite de coco, flambado no uísque, à milanesa, feito com abacaxi ou castanha-de-caju. Eu resgatei um pouco dos meus dias de menina, da Simoninha do Canal 2 de Santos, ao pedi-lo com catupiry, arroz e purê de batatas (R$ 45). Simples e ótimo, muito por causa do crustáceo, fesquíssimo, tenro e maior do que o meu dedo indicador. Há sete anos, os proprietários inauguraram uma filial, o Camarões Potiguar (Rua Pedro Fonseca Filho, 8887, 84/3209-2425; Cc: A, D, H, M, V), mais descolado e concorrido, mas praticamente com o mesmo cardápio.
Mas, se por acaso, depois do sexto dia comendo camarão, você não o quiser mais, vá, como eu, descobrir que paçoca não é só doce de amendoim. No Nordeste é uma farofa com farinha de mandioca, pedaços de carne de sol desfiada, cebola roxa e manteiga de garrafa. Uma loucura. O da Paçoca de Pilão (Rua Deputado Márcio Marinho, 5708, 84/3238-2088), a 15 quilômetros do centro de Natal, estrelado pelo GUIA BRASIL, é o lugar aonde ir. A proprietária, Adalva Dias Rodrigues, de 75 anos, veio pessoalmente perguntar se o prato estava gostoso. Com acompanhamentos como aqueles, feijão-verde, macaxeira, banana e arroz de leite, servido em uma varanda bem ventilada... Se estava bom, Dona Adalva? Não, estava ótimo! Custa R$ 52,40 e dá para duas pessoas – na verdade, para três.
Assinar:
Postagens (Atom)
